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DE 27 a 31 GRANDE CELEBRAÇÃO E ESPETÁCULO MUSICAL

 

27 Out

19h30
Sexta
Celebração Jovem.

28 Out

19h
Sábado
Celebração Luteranos (Com Reverendo Rudi Zimmer)
Espetáculo Musical

29 Out

19h
Domingo
Celebração Presbiterianos
Espetáculo Musical

30 Out

19h30
Segunda
Celebração Batistas (Com Reverendo Josué Mello Salgado)
Espetáculo Musical

31 Out

19h30
Terça
Celebração Geral (Com Pregadores das Igrejas Participantes)
Espetáculo Musical

 

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Novos Tempos, Novas Atitudes

“…Transformai-vos pela renovação da vossa mente…”. Romanos 12:2.

Albert Einstein físico teórico alemão. Entre seus principais trabalhos desenvolveu a teoria da relatividade geral, ao lado da mecânica quântica um dos dois pilares da física moderna. Nasceu em 14 de março de 1879 na Alemanha, e morreu em 18 de abril de 1955, em Princeton, Nova Jersey, EUA. E dentre suas célebres frases, uma delas dizia o seguinte: “Tolice é fazer as coisas sempre do mesmo jeito e esperar resultados diferentes”.

Por isso qualquer projeto ou elaboração de trabalho ou evento é preciso exercitar a capacidade de renovar as ações para fazer-se entender nestes novos tempos. Ouvimos por vezes a frase, – “puxa, aquela pessoa parou no tempo”. Quer dizer ficou para trás, não evoluiu não renovou. E diz: “ah…no meu tempo é que as coisas eram boas”.

Fica claro aqui, que nossa relação com a vida em termos de passado, presente e futuro, tem com certeza sua importância e significância. Porém para cada momento há a necessidade de acompanhar o tempo em que se encontra. A forma como se ensinava há trinta anos, em nossas escolas não pode ser a mesma para hoje. Pois os tempos mudaram, a forma mudou, os métodos mudaram, a vida evoluiu. E para se fazer entender é preciso sim reciclar, reinventar e renovar a mente para não se conformar com este tempo, em seus diferentes aspectos e manifestações.
O reino de Deus e sua expansão também dependem de pessoas que se renovam e mudam a forma de fazer, e acompanham o tempo hoje. Quando assim acontece, quase sempre, os resultados são consistentes e sólidos. E isto vale para todos os setores de nossa vida pessoal, família, trabalho, finanças, etc. O “status quo”, clama por referenciais claros e firmes, pessoas convictas, determinadas naquilo que creem. E particularmente acredito que um retorno cada vez mais concentrado na Palavra de Deus e seus ensinamentos, poderão nos colocar em ampla vantagem em um mundo confuso e inseguro que estamos vivendo. E bom é que neste pleito temos Deus como parceiro.
Assim, sempre atualizados, os resultados virão por meio de diferentes e renovadas ações. O processo de renovação de mente e ações equilibradas mostrarão a cada momento que a vontade de Deus continuará acontecendo hoje, de maneira renovada e sempre se renovando.

E você como instrumento eficaz para o hoje, continuará sendo abençoado para continuamente abençoar.

Rev. Edson Martins

Texto publicado originalmente no Boletim nº 33/2017, da Igreja Presbiteriana de Florianópolis.

A Importância da Justificação

“Se você crer em Cristo, Ele não o deixará viver segundo a vontade da carne. Pelo Seu Espírito, Ele o constrangerá a mortificar seus desejos e paixões. Se Ele te der a Graça de fazê-lo crente, Ele te dará a Graça de viver uma vida santa também – se Ele te der a Fé, ele também te dará as boas obras depois disso! Você não pode crer em Cristo a menos que renuncie toda o engano e resolva servir a Ele com um firme propósito de coração…”

“Ó, creiam em Cristo, pobres pecadores! Creiam em Cristo! Vocês que estão cientes de sua culpa e miséria, venham! Lançem-se sobre Ele! Venham e confiem no meu Mestre e, assim como Ele vive, diante do qual estou, vocês nunca crerão nEle em vão! Não, mas vocês se verão perdoados e seguirão seu caminho, pela Sua Graça, regozijando-se em Cristo Jesus!”.
C. H. Spurgeon

Creio que essa citação acima retrate muito bem o que é a justificação e a Graça de Deus em nossa vidas. Assim, Justificação é uma ação que Deus realiza na vida de uma pessoa, e que somente pelo poder do sangue justo de Cristo um pecador arrependido é livre da pesada pena da Lei, que é a morte, reconciliando-se com Deus e considerado justo pela justiça imputada de Jesus Cristo.

A Palavra de Deus nos mostra o motivo e o modo de justificação para o homem: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé […]” (Romanos 3.23-25). A Fé é o meio pelo qual o injusto se torna justo diante de Deus, como no o exemplo de Abraão: “Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça.” (Romanos 4.3).

Assim é Deus quem justifica o homem, e a justificação é única, já está feita ou completa em todos os seus sentidos no exato momento em que um pecador crê nas boas novas evangelho do Senhor Jesus. E é através da fé que o Espírito Santo concede a justiça de Cristo ao homem arrependido. A Escritura diz: “É Deus que justifica” (Rom. 8:33). E em outra passagem diz: “Sendo justificados livremente pela Sua graça por meio da redenção que está em Cristo” (Rom. 3:24). Um homem pecador não merece nada que venha de Deus. Assim, a justificação é completamente a Graça e o Amor Divino. Convém ler as passagens de Rm 3:20; 4:2-6; Tt 3:5.

A base da justificação é o sangue e o caráter de justiça de Jesus Cristo. A fé é simplesmente o meio de justificação. O homem, por causa da sua vida pecaminosa, não pode obter obediência perfeita. Assim a justificação deve ter sua base fora do homem, e somente justiça de Cristo que viveu uma vida perfeita, nos dá uma posição positiva diante de Deus.

Contudo, a justificação tem aspectos importantes na nossa vida, sendo que um deles é a remissão dos nossos pecados. O perdão concedido por Deus na justificação aplica-se a todos os pecados, por isso, envolve a remoção de toda culpa e de toda a pena.

As passagens como de Romanos 5.21; 8.1,32-34; Hebreus 10.14; Salmos 103.12; Isaías 44.22 nos falam que a pessoa justificada está isenta de condenação e é herdeira da vida eterna. Assim, a justificação é como um juiz absolvendo o acusado. E isso está declarado em: “e, por meio dele, todo o que crê é justificado de todas as coisas das quais vós não pudestes ser justificados pela lei de Moisés.” (Atos 13.39); “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” ( I Coríntios 6.11).

Outro aspecto da justificação é que Cristo Jesus coloca em nós uma veste de sua própria santidade, “nos veste com sua Justiça”. A Escritura diz que, pela fé, temos “…remissão de pecados e herança entre os que são santificados…” (At 26.18). Considere ler também as passagens de Rm 3:22, 4:3-6, 10:4; Fp 3:9. E mesmo depois de sermos justificados, continuamos cometendo pecados (Tg 3.2; 1Jo 1.8). O próprio Cristo nos ensinou isso na oração do Pai Nosso (Mt 6.12).

Na justificação, Deus remove de nós a culpa, a punição eterna (a morte eterna), no sentido jurídico da palavra, mas não a culpa (pesar) que está presente quando praticamos em nossa vida algum pecado. E essa culpa sempre produz em nós um sentimento de tristeza, de arrependimento, de frustração. Um cristão que tem consciência de seu pecado sempre vai confessá-lo para ter o consolo do perdão Divino que vem de um Deus que nos ama tanto que nos chama de seus filhos amados. O Apóstolo Paulo nos diz: “…Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai” (Gl 4.4-6).

O Espírito de Cristo nos regenera, justifica, santifica e nos capacita a nos achegarmos a Deus cheios de confiança, olhando para ele como nosso Pai de amor eterno sendo filhos herdeiros, e co-herdeiros com Cristo (Rm 8.17).

“Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” I Co 6:11.

Em I Coríntios 1.30 lemos: “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção”.

É tão bom saber que pertencemos a um Deus de Amor que apagou as nossas transgressões, dos nossos pecados não se lembra mais, e que somos feitos justiça de Deus em Jesus.

Assim, conhecer a justificação é importante para vida de todo cristão, porque o entendimento da justificação e da Graça nos move ao coração do nosso Senhor, nos mantém puros e dedicados a Cristo e com isso nos leva a cada dia à santificação e formação do nosso caráter cristão. Quando não reconhecemos o presente de Deus que é “o favor imerecido”, começamos a pensar que merecemos a salvação, ou que nossa justificação vem pelas nossas obras, mas não há nenhuma ação que possamos fazer para nos tornarmos dignos da justiça de Cristo. É somente pela Sua graça, mediante a nossa fé, que Deus nos concede a santidade de Seu Filho. “O justo viverá pela fé” (Habacuque 2:4; Romanos 1:17; Gálatas 3:11; Hebreus 10:38).

Fonte: http://reformai.com/importancia-da-justificacao/

Referências:
Ebook Justificação pela Graça – C.H Spurgeon.

Um Breve Diálogo Sobre a Predestinação x Livre-Arbítrio

‘’ Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele e em amor nos predestinou para ele, para adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, que Deus derramou abundantemente sobre nós em toda a sabedoria e prudência, desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o beneplácito que propusera em Cristo, de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas conforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo; em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória.’’ (Efésios 1:3-11)

A passagem acima nos apresenta as bênçãos que temos de Deus como Autor da nossa redenção. Eu poderia citar um ou dois versículos para a abordagem, entretanto, a passagem acima descreve um discurso consecutivo, pausado apenas por vírgulas e ponto e vírgulas, o ponto final só aparece após 11 versículos. O apóstolo Paulo trata nestes versículos da eleição em Cristo, ou seja, Deus elegeu e predestinou os Seus filhos antes da fundação do mundo.

A predestinação se revela de modo específico no livro de Romanos 9:6-29, em Efésios 1:3-14, João 15:16 e em outros versículos. É inegável a significação de ‘’predestinou’’, Deus determinou de modo prévio aqueles que Ele iria salvar, o Seu povo. Se observarmos desde Gênesis, veremos que Deus cercava, protegia e cuidava dos Seus. Ele poderia ter destruído a humanidade por conta do pecado, mas nos deu a maior prova de amor na cruz. Tudo isso estava determinado em Seus decretos, Ele escolheu nos salvar!

‘’Não fostes vós que escolhestes a mim, pelo contrário, eu vos escolhi a vós para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedires ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.’’ (João 15:16)

E quanto ao livre-arbítrio? Os que professam o livre-arbítrio pra salvação tentam fazer um somatório com alguns versículos, de modo que pareça que o homem teve poder para colocar a si mesmo no céu. Se o homem pudesse fazer isso, não haveria então a necessidade de um sacrifício na cruz, mas, esse sacrifício foi necessário justamente porque estávamos mortos em nossos pecados, inimigos de Deus que precisaram ser reconciliados (Romanos 5:10). Alguns defendem piamente o livre-arbítrio por acreditarem que a predestinação não é algo bíblico, por crer que ela induz as pessoas a serem relaxadas espiritualmente já que se consideram predestinadas, e por acreditarem erroneamente que já que Deus predestinou tudo o evangelismo não seria necessário, e também por encararem que nessa perspectiva Deus trataria os humanos como seres mecânicos. Essas coisas não têm apoio biblicamente!

Algumas considerações:

1ª Deus escolheu nos amar primeiro, nos só O amamos porque Ele fez isso primeiro (1 João 4:19), e o convencimento do pecado, da justiça e do juízo é obra do Espírito Santo (João 16:8-11).

2ª A predestinação não traz um marasmo espiritual, pelo contrário, ela faz com que encaremos o quão miseráveis somos, ela derruba o nosso orgulho, e nos mostra o quanto Deus fez para nos salvar; é um exercício árduo de humildade.

3ª A pregação e o evangelismo são decretos de Deus, e felizes são os que participam dessa grande comitiva aqui na Terra! São filhos que entendem que a obra do Senhor é importante, e pregam, sabendo, porém que Deus é quem acrescenta os que irão ser salvos:

‘’Diariamente perseveravam unânimes no templo, partindo pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.’’ (Atos 2:46-47)

4ª Nós temos vontades, anseios, emoções, escolhas e agimos de modo orgânico no dia-a-dia, mas no que diz respeito à salvação, saiba que sempre Deus irá te convencer de algum erro, Ele irá atrai-lo para Si, e cercará os teus caminhos de modo que você não se perca. Isso é uma grande prova de amor! Lembre-se da conversão de Paulo (Atos 9), onde ele, obstinado em sua religiosidade, foi atraído pelo próprio Cristo à mudança, por meio de Sua graça; Paulo pôde resistir? De modo algum!

Mas, e no que diz respeito às obras, já que cada um dará conta de si? Pois bem, a salvação não é por obras!

‘’ Porque pela graça sois salvos, mediante a fé, e isso não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.’’ (Efésios 2:8-10)

As obras não justificam a nossa salvação, as boas obras são resultantes da salvação que temos em Cristo; fomos criados para as boas obras como o texto demonstra. Se apenas as obras justificassem o homem, Cristo não teria dito que algumas pessoas que profetizaram, expulsaram demônios e fizeram milagres ficariam fora do reino dos céus (Mateus 7:22-23). Se a salvação fosse pelo estado natural do homem, nenhum de nós iria até Cristo, nenhum de nós iria adquirir a vida eterna, pois a nossa velha natureza segue o livre curso deste mundo; essa natureza faz com que nos inclinemos à carne. Todo ser humano está morto em seus delitos e pecados, sendo filhos da ira de Deus, até receber a vida em Cristo (Efésios 2:1-7). Se a salvação pudesse ser perdida, perderíamos ela e assim que pedíssemos perdão adquiríamos novamente? Não há sentido algum, pois não vem de você, não vem de mim, vem de Cristo, e outra: o livro da vida não é brincadeira para que alguém tenha o nome escrito e apagado toda hora! Não estou te endossando a pecar, pelo contrário, estou lhe dizendo que se Cristo não tivesse salvado Seu povo, eles teriam perdido essa salvação na primeira oportunidade para pecar. A responsabilidade humana existe e ela deve estar sujeita à soberania de Deus.

Não sinta revolta por saber que Deus escolhe o Seu povo, sinta-se alegre e agradecido por Deus em Sua misericórdia dar esse presente:

‘’Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum! Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia. (Romanos 9:14-16)

Temos algum motivo para nos queixar da soberania de Deus? De modo algum!

 

‘’Tu, porém, me dirás: De que se queixa ele ainda? Pois quem jamais resistiu à Sua vontade? Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Porque me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra? Que diremos, pois se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos da ira, preparados para a perdição, a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão, os quais somos nós, a quem chamou, não só dentre os gentios? (Romanos 9:19-24)

Ao pensar na vida nesse aspecto amplo, encare o seguinte: temos várias rotas, mas é Deus que nos conduz a chegar ao destino final que nos levará ao céu. Os que perseverarem até o fim serão salvos, e os que perseverarem até o fim só conseguirão fazê-lo por causa da ajuda de Deus. Deus é Soberano!

‘’ As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão.’’ (João 10:28)

Fonte: http://reformai.com/um-breve-dialogo-sobre-a-predestinacao-x-livre-arbitrio/

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